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Acerca do Microsoft Excel, assinale a alternativa INCORRETA:
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Inadimplência do consumidor recua em agosto
O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010
Wladimir D'Andrade, da Agência Estado
A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o indicador teve alta de 23,4%.
De acordo com a Serasa Experian, os dados "confirmam que a inadimplência do consumidor está perdendo fôlego", em razão da redução das taxas de juros no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas realizada na última semana de agosto.
Os resultados também mostram diferentes cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a inadimplência era crescente por causa da expansão do endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As dívidas com bancos e os cheques sem fundos puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto, com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente. Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no indicador geral só não foi maior porque as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.
Disponível em www.estadao.com.br
Releia o trecho abaixo, extraído do texto (terceiro parágrafo).
"Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa."
Sobre ele, analise as afirmações.
I. O pronome "deste" promove um processo de Coesão Referencial Anafórica e aponta para o ano de 2010, citado anteriormente.
II. Em "à imprensa" ocorre crase por ser uma locução adverbial feminina, com função sintática de Adjunto Adverbial.
III. A forma verbal "contribuíram" está no plural porque concorda com um sujeito composto, cujos núcleos são "quadro" e "consumo".
Está correto o que se afirma em:
Texto associado
Texto - Inadimplência do consumidor recua em agosto
Inadimplência do consumidor recua em agosto
O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010
Wladimir D'Andrade, da Agência Estado
A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de 7% na comparação com mesmo mês do ano passado, porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor que o verificado no mesmo período de 2011, quando o indicador teve alta de 23,4%.
De acordo com a Serasa Experian, os dados "confirmam que a inadimplência do consumidor está perdendo fôlego", em razão da redução das taxas de juros no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas realizada na última semana de agosto.
Os resultados também mostram diferentes cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a inadimplência era crescente por causa da expansão do endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa.
As dívidas com bancos e os cheques sem fundos puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto, com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente. Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no indicador geral só não foi maior porque as dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.
(Disponível em www.estadao.com.br)
Agência Estado, disponível em www.estadao.com.br
Releia o trecho abaixo, extraído do texto (terceiro parágrafo). "Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa." Sobre ele, analise as afirmações.
I. O pronome "deste" promove um processo de Coesão Referencial Anafórica e aponta para o ano de 2010, citado anteriormente.
II. Em "à imprensa" ocorre crase por ser uma locução adverbial feminina, com função sintática de Adjunto Adverbial.
III. A forma verbal "contribuíram" está no plural porque concorda com um sujeito composto, cujos núcleos são "quadro" e "consumo". Está correto o que se afirma em:
Texto associado
O professor de inclusão social
A recente afirmação do ministro da Educação, Fernando Haddad, de que o Brasil _____1 o analfabetismo até
o final desta década reforça a responsabilidade de quem ____2
a transformação na sala de aula, o professor de
língua portuguesa. Em época de eleição, principalmente, quando candidatos e sociedade trocam promessas e
cobranças sobre a educação em nosso país, resta a pergunta: o que ocorre na prática no ensino de nossa língua
mãe?
Por influências de teorias xenófilas, ou de liberalismos linguísticos, ou ainda de aversão ao ensino dos
rudimentos naturais da gramática, uma espécie de comodidade nociva toma conta do ensino da nossa língua
nacional. No fundo, pretende-se "nivelar por baixo" e validar todos os falares. Não pretendemos contrariar essa
atitude democrática bem-intencionada, mas tornar as linguagens dos que não tiveram oportunidade de estudar
como objeto de numerosas aulas e de encartar-se com as estropiadas da língua é consumir valioso tempo em
desserviços.
Uma sociedade capaz de dialogar
Outro fator relevante é despertar no aluno o interesse por aqueles conhecimentos básicos para uma
comunicação eficiente, seja com o discurso escrito seja com o falado. Com tantas regras, decorebas e
irregularidades, qual criança ou jovem vai aprender a gostar da língua portuguesa? Soluções para esta tortura já
existem, com a Neopedagogia da Gramática, criada há 30 anos pelo Ipuc, que simplificou ao máximo o ensino de
todo o arcabouço gramatical. Isso significa alunos mais interessados, pois conseguem dominar o conteúdo e a
compreensão dos porquês de cada regra imposta por inúmeros livros de ensino.
O professor de português deve entender a linguagem simplória dos que não tiveram oportunidade de estudar
– e a entende –, mas, prioritariamente, deve _____3(trazer) para o uso da língua nacional. Isso é fazer inclusão. E,
assim, o professor de língua portuguesa torna-se um agente de inclusão social, não mais um mero repetidor de
conteúdos gramaticais. É preciso _____4(pegar) a mão e incluí-los entre os que falam a língua pátria. Assim se
forma uma sociedade capaz de dialogar em um mesmo nível de comunicação para que, principalmente, todos
compreendam os verdadeiros interesses e propostas de candidatos que falam em educação.
Por Francisco Dequi em 27/4/2010, reproduzido do Zero Hora, 25/4/ 2010
Agora identifique em qual dos itens abaixo há a alternativa que preenche os espaços vazios 3 (l.20) e 4 (l.22) com a correta colocação pronominal.
Texto associado
O professor de inclusão social
A recente afirmação do ministro da Educação, Fernando Haddad, de que o Brasil _____1 o analfabetismo até
o final desta década reforça a responsabilidade de quem ____2
a transformação na sala de aula, o professor de
língua portuguesa. Em época de eleição, principalmente, quando candidatos e sociedade trocam promessas e
cobranças sobre a educação em nosso país, resta a pergunta: o que ocorre na prática no ensino de nossa língua
mãe?
Por influências de teorias xenófilas, ou de liberalismos linguísticos, ou ainda de aversão ao ensino dos
rudimentos naturais da gramática, uma espécie de comodidade nociva toma conta do ensino da nossa língua
nacional. No fundo, pretende-se "nivelar por baixo" e validar todos os falares. Não pretendemos contrariar essa
atitude democrática bem-intencionada, mas tornar as linguagens dos que não tiveram oportunidade de estudar
como objeto de numerosas aulas e de encartar-se com as estropiadas da língua é consumir valioso tempo em
desserviços.
Uma sociedade capaz de dialogar
Outro fator relevante é despertar no aluno o interesse por aqueles conhecimentos básicos para uma
comunicação eficiente, seja com o discurso escrito seja com o falado. Com tantas regras, decorebas e
irregularidades, qual criança ou jovem vai aprender a gostar da língua portuguesa? Soluções para esta tortura já
existem, com a Neopedagogia da Gramática, criada há 30 anos pelo Ipuc, que simplificou ao máximo o ensino de
todo o arcabouço gramatical. Isso significa alunos mais interessados, pois conseguem dominar o conteúdo e a
compreensão dos porquês de cada regra imposta por inúmeros livros de ensino.
O professor de português deve entender a linguagem simplória dos que não tiveram oportunidade de estudar
– e a entende –, mas, prioritariamente, deve _____3(trazer) para o uso da língua nacional. Isso é fazer inclusão. E,
assim, o professor de língua portuguesa torna-se um agente de inclusão social, não mais um mero repetidor de
conteúdos gramaticais. É preciso _____4(pegar) a mão e incluí-los entre os que falam a língua pátria. Assim se
forma uma sociedade capaz de dialogar em um mesmo nível de comunicação para que, principalmente, todos
compreendam os verdadeiros interesses e propostas de candidatos que falam em educação.
Por Francisco Dequi em 27/4/2010, reproduzido do Zero Hora, 25/4/ 2010
A partir da observação do período “Outro fator relevante é despertar no aluno o interesse por aqueles conhecimentos básicos para uma comunicação eficiente, seja com o discurso escrito seja com o falado.” (l.13-14) podemos afirmar que:
