Questões

Filtre questões do acervo e responda direto na página.

Minhas questões:
Filtros aplicados
Disciplina
Português
Assunto
5. Emprego das classes de palavras

15 questões disponíveis

Questões por página
1/1

Leia o texto a seguir:

        O Dia do Encanador é celebrado em 27 de setembro no Brasil, uma data para reconhecer esses profissionais essenciais que garantem água limpa, saneamento e conforto, trabalhando frequentemente de forma oculta atrás das paredes. Eles são técnicos indispensáveis em obras e reparos.

(https://www.google.com/search?q=homenadem+ao+dia+do+encanador. Acessado em 19 de abril de 2026)

Assinale a alternativa em que o adjetivo está flexionado corretamente.

A

No dia 27 de setembro homenageiam-se os melhor encanadores.

B

O dia da homenagem é para reconhecer esse profissional essencial.

C

Os encanadores são responsável pela água limpa e pelo saneamento.

D

Os encanadores profissional trabalham de forma oculta.

E

O trabalho dos encanadores é indispensáveis em obras e reparos.

Assinale a alternativa em que a palavra destacada muda de forma quando está no feminino.

A

O jovem reivindicou seus direitos.

B

Meu colega é muito honesto.

C

O ator deu mostras de seu talento.

D

O cliente deve ser bem atendido.

E

Ele é um bom artista.

Leia o texto para responder à questão.

A velha

A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?

Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.

(Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.

A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)

O sentido expresso pelo adjetivo em “A velha era felicíssima.” e o sentido da frase “A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro.” são, correta e respectivamente, de:

A

desdém e conclusão.

B

intensidade e comparação.

C

desdém e comparação.

D

polidez e oposição.

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado atribui uma qualidade à palavra seguinte.

A

Até a menor semente tem condições...

B

... condições de virar uma vistosa árvore!

C

... condições de virar uma vistosa árvore!

D

... qualquer pessoa pode sair da obscuridade.

E

... e virar alguém de destaque na vida.

Dia Nacional do Livro Infantil: entenda a importância da leitura para o desenvolvimento e a alfabetização

     O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no dia 18 de abril. A data é uma referência ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A oportunidade homenageia o autor e reforça o papel do livro infantil na formação das crianças. Incentivar a leitura desde os primeiros anos de vida potencializa o processo de desenvolvimento integral das crianças. Para além de preparar melhor para a alfabetização dos pequenos, a vivência com os livros, narrativas e ilustrações auxilia na formação de vínculos afetivos com a leitura, como também amplia o vocabulário e desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes para as crianças.

     “O contato com o livro e a leitura é uma das experiências mais ricas na vida de um indivíduo, pois abre portas para todas as áreas do conhecimento. Quando ele acontece de forma prazerosa desde cedo, a criança desenvolve a atenção, a memória e a concentração, amplia o vocabulário e o repertório, fortalece a imaginação, desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, escreve melhor e se expressa melhor”, afirma a pedagoga Maria Cardoso.

     A partir da leitura, com o passar do tempo, as crianças conseguem expor de forma mais objetiva e consistente seus pensamentos e emoções, o que é importante tanto na infância quanto na vida adulta, considera a especialista.

     Maria destaca que livros com ilustrações coloridas, textos curtos e formatos variados (como obras feitas de tecido, plástico ou papelão) ajudam a tornar a experiência mais acessível e lúdica. 

    “É importante que, no momento de contar as histórias dos livros infantis, o adulto utilize entonação de voz diferente conforme os personagens, mostre as figuras e nomeie os objetos. Esses detalhes possibilitam uma melhor experiência para a criança, além de despertar mais interesse. A partir dos 2 anos, já é possível pedir para a criança participar da história, recontando a parte que ouviu e criando uma nova história por meio das imagens presentes no livro”, afirma.

     Estimular a leitura na infância ajuda o cérebro da criança a se preparar melhor para o processo de alfabetização. Maria Cardoso lista abaixo benefícios da leitura:

     O gosto pela leitura: uma criança que tem acesso aos livros desde bebê tem um interesse natural pela alfabetização, e essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.

     Ampliação de vocabulário: uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo. Oralmente, ela produz frases mais completas e entende melhor o que escuta, o que facilita bastante o início da leitura.

    Desenvolvimento da consciência fonológica: o contato com histórias, rimas e cantigas desenvolve muito mais rapidamente a consciência fonológica, habilidade essencial para a alfabetização.

     O contato com os livros desde cedo, viabilizado por meio da família e da escola, fomenta a formação de leitores críticos e engajados.

Adaptado de: https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/dianacional-livro-infantil-importancia-leitura-desenvolvimento-infantilalfabetizacao/33475.html. Acesso em: 23 abr. 2026.

Observe os termos destacados nos seguintes excertos:

“[...] essa motivação é um dos maiores preditores para o sucesso.”.
“[...] uma criança exposta aos livros desenvolve um vocabulário muito mais amplo [...]”.
“[...] viabilizado por meio da família e da escola [...]”.

Cada um desses termos tem sentido semelhante, respectivamente, a: 

A

incógnitas / estrito / inutilizado.

B

obstáculos / específico / validado.

C

consequências / exclusivo / anulado.

D

indicadores / abrangente / possibilitado.

E

impedimentos / espaçoso / complicado.

Assinale a frase a seguir em que a troca de posição entre substantivo e adjetivo provoca modificação de sentido. 

A

Um dia a massa irá comer do biscoito fino que fabrico. 

B

Minha própria eloquência embriagou-me. 

C

As melhores coisas são ditas em particular.

D

As palavras antigas são as melhores.

E

O menino fez um trocadilho horrível

Assinale a frase em que “um/uma” é classificado como numeral e não como artigo.

A

A ABL (Academia Brasileira de Letras) se compõe de trinta e nove membros e um morto rotativo.

B

O silêncio é de ouro, mas uma boa canção pode chegar à platina. 

C

Uma música que se preze nunca é objetiva. 

D

A expressão mais genuína de um povo reside na dança e na música. 

E

Conheci um autor francês que falava dezoito idiomas.

Leia o texto a seguir para responder à questão.

   Os franceses sabem restaurar, mas não construir. Com isso, quero dizer que eles têm a habilidade e o gosto para restaurar seus edifícios de uma era anterior, mas perderam, desde 1945, nos anos de sua maior prosperidade, a capacidade de construir algo novo que não seja medonho.

   No entanto, não é da incapacidade dos arquitetos franceses modernos que desejo falar, embora a absoluta feiura do que eles criaram não seja totalmente irrelevante para o meu tema, como logo se verá.

   O fato é que uma quantidade enorme de paredes e outras superfícies ao longo da estrada que leva a Paris está coberta de grafitos ou pichações. Este é um fenôeno social — talvez antissocial — tanto de relativo interesse quanto de importância.

   Há, obviamente, uma certa etiqueta para essa pichação, que, quando a área de uma parede é exigida por um pichador, ela se torna sua propriedade, por assim dizer, com seu direito exclusivo de nela deixar sua marca.

   Mas o que está por trás dessa epidemia de pichação? Infelizmente, nunca consegui conversar com um pichador: não vejo nenhum deles “trabalhando” e não conheço nenhum socialmente. Portanto, resta-me apenas conjecturar sobre seu estado de espírito — mas, mesmo que eu conseguisse falar com eles, não é certo que me diriam sua motivação, ou mesmo que a conhecessem por completo.

   Numa sociedade em que tantos almejam ser “alguém”, ou seja, alguém que as pessoas conhecem ou que as afeta, e na qual o mero fato de se misturar à multidão representa uma humilhação, pichar é um meio pelo qual uma pessoa, de outra forma sem importância nela, pode impor algo de si a essa sociedade.

   O eu deve se expressar, mesmo que não tenha nada a expressar. Mas não para por aí. Percebi que os pichadores desfiguram principalmente superfícies muito feias, em vez das bonitas. Tomo isso como uma evidência de uma faculdade subconsciente de discriminação estética por parte dos pichadores, embora admita que outras explicações sejam possíveis.

(Theodore Dalrymple, “A expressão da feiura”.

Disponível em: https://revistaoeste.com/revista/edicao-280. Adaptado.)

No trecho do 2o parágrafo “embora a absoluta feiura do que eles criaram não seja totalmente irrelevante”, o adjetivo em destaque veio antes do substantivo, acentuando a ideia de desvalorização.
A frase que apresenta um adjetivo empregado nessa posição, também acentuando uma ideia, é

A

... a capacidade de construir algo novo que não seja medonho... (1o parágrafo)

B

 Este é um fenômeno social – talvez antissocial – ... (3o parágrafo)

C

... quando a área de uma parede é exigida por um pichador, ela se torna sua propriedade... (4o parágrafo)

D

 ... na qual o mero fato de se misturar à multidão representa uma humilhação... (6o parágrafo)

Assinale a alternativa cuja análise entre parênteses, sobre a palavra destacada, está correta.

A

“A única força da literatura é espiritual.” – Bernardo Kucinski (adjetivo que qualifica “força”) 

B

“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.” – Jorge Luis Borges (adjetivo que qualifica “forma”)

C

“Literatura não é inspiração: é trabalho duro.” – Ronaldo Bressane (advérbio com sentido de modo) 

D

“A palavra é o meu domínio sobre o mundo.” – Clarice Lispector (adjetivo que qualifica “mundo”)

E

“Nem todo mundo tem essa sorte de ser bom em alguma coisa.” – John Green (pronome com sentido de posse)

Leia o texto para responder à questão.

À beira do abismo?

Se você é uma daquelas pessoas que acredita que o mundo caminha rapidamente para o abismo, o livro Factfulness, de Hans Rosling e família, pode ser um bom remédio. O tom é de autoajuda. O próprio autor usa a expressão “dados como terapia”. Mas isso em nada diminui o valor da obra, cujo propósito é mostrar que o planeta é um lugar bem melhor do que a maioria das pessoas pensa.

O médico sueco Hans Rosling, que teve como coautores seu filho Ola e sua nora Ana, basicamente usa montanhas de dados para nos convencer de que quase todas as nossas intuições sobre o estado econômico, sanitário e social dos humanos na Terra estão erradas, e o ritmo em que as melhoras têm ocorrido é surpreendente.

Rosling, que morreu no ano passado, antes da conclusão da obra, apela aos truques dos bons conferencistas, atividade na qual se consagrou. Ele começa submetendo seus leitores a testes de múltipla escolha com questões sobre distribuição de renda, gênero, educação, violência, saúde etc.

A maioria dos indivíduos testados se sai extremamente mal, e é aí que ele aproveita para dar as boas novas, isto é, informações como a de que a proporção de pessoas vivendo em pobreza extrema caiu à metade nos últimos 20 anos ou de que mais de 80% das crianças do mundo têm acesso a vacinas. Na sequência, Rosling esmiúça dez vieses (ele chama de instintos) que conspiram para que as pessoas não assimilem esse tipo de informação, que, vale ressaltar, tem sido destacada também por autores como Steven Pinker, Michael Shermer, Deirdre McCloskey.

Rosling não está afirmando que chegamos a um mundo ideal e não há mais nada a fazer. Ao contrário, diz que ainda há muito sofrimento desnecessário e que podemos melhorar. Mas um dos requisitos para tomar as decisões certas é ter uma noção realista da situação em que nos encontramos, e, nisso, boa parte da humanidade fracassa.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 02.09.2018. Adaptado)

Quanto à concordância nominal, a frase escrita de acordo com a norma-padrão da língua é:

A

Para Hans Rosling, nossas intuições sobre a condição dos humanos na Terra precisam ser revistos.

B

Devido à agilidade com que ocorrem, as melhorias, segundo Hans Rosling, chegam a ser surpreendente.

C

Hans Rosling foi um excelente orador, e seus truques de conferencista o auxiliaram a elaborar seu livro.

D

Os leitores responderam diferentes testes, a partir do qual puderam se lançar a reflexões mais profundas.

E

Ainda há muito sofrimento e muita pobreza que poderiam ser facilmente evitadas em muitas comunidades.

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 2

Seu cérebro para de se desenvolver aos 25 anos? A neurociência mostra que isso é um mito

Estudos recentes apontam que o lobo frontal, relacionado à tomada de decisões, continua se modificando até os 32 anos

    Se você navegar pelo TikTok ou Instagram por tempo suficiente, inevitavelmente se deparará com a frase: “Seu lobo frontal ainda não está totalmente desenvolvido”. Essa se tornou a explicação padrão da neurociência para decisões ruins, como pedir uma bebida a mais no bar ou enviar uma mensagem para um ex que você jurou não contatar mais. 

    O lobo frontal desempenha um papel central em funções de nível superior, como planejamento, tomada de decisão e julgamento. 

    É fácil encontrar conforto na ideia de que existe uma desculpa biológica para por que às vezes nos sentimos instáveis, impulsivos ou como uma obra em construção. A vida aos 20 e 30 anos é imprevisível, e a ideia de que seu cérebro simplesmente não terminou de se desenvolver pode ser estranhamente reconfortante.

     Mas a noção de que o cérebro, particularmente o lobo frontal, para de se desenvolver aos 25 anos é um equívoco generalizado na psicologia e na neurociência. Como muitos mitos, a ideia dos “25 anos” tem origem em descobertas científicas reais, mas é uma simplificação excessiva de um processo muito mais longo e complexo. 

    Na realidade, novas pesquisas sugerem que esse desenvolvimento se estende até os 30 anos. Essa nova compreensão muda a forma como vemos a idade adulta e sugere que os 25 anos nunca foram considerados a linha de chegada.

De onde surgiu o mito dos “25 anos”?

    O “número mágico” tem origem em estudos de imagem cerebral realizados no final da década de 1990 e início da década de 2000. Em um estudo de 1999, pesquisadores acompanharam as mudanças cerebrais por meio de exames repetidos em crianças e adolescentes. Eles analisaram a chamada massa cinzenta, que consiste em corpos celulares e pode ser considerada o componente “pensante” do cérebro. 

    Os pesquisadores descobriram que, durante a adolescência, a massa cinzenta passa por um processo chamado poda. No início da vida, o cérebro constrói um número enorme de conexões neurais. À medida que envelhecemos, ele gradualmente elimina as que não são usadas com muita frequência, fortalecendo as que permanecem. 

    Este trabalho inicial destacou que o crescimento e a perda de volume da massa cinzenta são fundamentais para o desenvolvimento do cérebro.

    Em um influente trabalho de monitoramento liderado pelo neurocientista Nitin Gogtay, participantes com apenas quatro anos de idade tiveram seus cérebros examinados a cada dois anos. Os pesquisadores descobriram que, dentro do lobo frontal, as regiões amadurecem da parte posterior para a anterior.

     As regiões mais primitivas, como as áreas responsáveis pelo movimento muscular voluntário, se desenvolvem primeiro, enquanto as regiões mais avançadas, importantes para a tomada de decisões, a regulação emocional e o comportamento social, ainda não estavam totalmente maduras nas últimas tomografias cerebrais, realizadas por volta dos 20 anos.

    Como os dados pararam aos 20 anos, os pesquisadores não puderam dizer com precisão quando o desenvolvimento terminou. A idade de 25 anos tornou-se a melhor estimativa para o ponto final presumido e acabou se consolidando no imaginário cultural.

Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/seu-cerebro-parade-se-desenvolver-aos-25-anos-a-neurociencia-mostra-que-isso-e-um-mito/. Acesso em: 05 jan. 2026.

Assinale a alternativa cujo vocábulo sublinhado possa ser substituído semanticamente pelo termo entre parênteses.

A

“‘Seu lobo frontal ainda não está totalmente desenvolvido’.” (completamente).

B

“O lobo frontal desempenha um papel central em funções de nível superior […]” (exclusivo). 

C

“O ‘número mágico’ tem origem em estudos de imagem cerebral realizados no final da década de 1990 e início da década de 2000.” (revogados).

D

“Essa se tornou a explicação padrão da neurociência para decisões ruins […]” (comum).

No trecho “ela protege a argumentação contra qualquer contestação factual ou empírica, afinal, torna-se virtualmente impossível refutar teses que se recusam terminantemente a se fixar em hipóteses nítidas” (l. 15–17), os vocábulos “factual” e “empírica” poderiam ser substituídos, sem prejuízo ao sentido do trecho original, por quais dos vocábulos ou das expressões a seguir, respectivamente?

A

“fatídica” – “fundamentada nas experiências”.

B

“que é facciosa” – “experimental”.

C

“que se baseia em fatos” – “na experiência”.

D

“facultativa” – “experimentável”.

E

“explícita” – “demonstrada no dia a dia”.

Para responder à questão, considere o seguinte fragmento, retirado do texto:

“Essa colagem textual cumpre uma função psicológica precisa: gerar no espectador uma forte e imediata sensação de urgência, desamparo e catástrofe iminente”.

Se no fragmento supracitado o vocábulo “colagem” fosse substituído por “procedimentos”, quantas outras palavras deveriam ser obrigatoriamente modificadas para manter a correção gramatical do período?

A

Uma

B

Duas

C

Três

D

Quatro

E

Cinco

Para responder à questão, considere o seguinte fragmento, retirado do texto:

“Essa colagem textual cumpre uma função psicológica precisa: gerar no espectador uma forte e imediata sensação de urgência, desamparo e catástrofe iminente”.

Sobre a palavra “precisa” no fragmento supracitado, é correto afirmar que é um: 

A

Verbo flexionado no presente do indicativo.

B

Adjetivo funcionando como adjunto adnominal.

C

Verbo flexionado no imperativo afirmativo. 

D

Nome flexionado no singular, visto estar anteposto ao substantivo a que se refere.

E

Advérbio e, por se referir a substantivo, acompanha a flexão de número e de gênero deste.

Texto associado

    O século XIX constituiu-se em marco fundamental para o desenvolvimento das instituições de segurança pública, com as polícias buscando maior legitimidade e profissionalização. Como referência ocidental, a Polícia Metropolitana da Inglaterra, fundada em 1829, mudou paradigmas, dando preponderância ao papel preventivo de suas ações e foco à proteção da comunidade.

     O consenso, em detrimento do poder de coerção, e a prevenção, em detrimento da repressão, reforçaram a proximidade da polícia com a sociedade, com atenção integral ao cidadão. O modelo inglês retirou as polícias do isolamento, apresentando-as à comunidade como importante parceira da segurança pública e elemento fundamental para a redução da violência. Com isso, surgiu o conceito de uma organização policial moderna, estatal e pública, em oposição ao controle e à subordinação política da polícia.

     No Brasil, as primeiras iniciativas de implantação da polícia comunitária ocorreram com a Constituição Federal de 1988 e a necessidade de uma nova concepção para as atividades policiais. Foram adotadas estratégias de fortalecimento das relações das forças policiais com a comunidade, com destaque para a conscientização sobre a importância do trabalho policial e sobre o valor da participação do cidadão para a construção de um sistema que busca a melhoria da qualidade de vida de todos.

Brasil. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). Diretriz Nacional de Polícia Comunitária. Brasília – DF, 2019. p. 11-12 (com adaptações)

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item que se segue.

Sem prejuízo da correção gramatical do texto e das informações nele veiculadas, o trecho “relações das forças policiais com a comunidade” (terceiro parágrafo) poderia ser substituído por relações entre as forças policiais e a comunidade

C
Certo
E
Errado